Cheguei onde não queria chegar:
Acho esquisitas as coisas que vejo
E nem comento as que desejo...
Mas não imagine perversidades,
Não tenho espaço para maldades:
Neste mundo já há por demais,
Prefiro guardar as coisas da paz...
Viajo para o meu interior,
Vejo o quanto sou feita de amor:
O quanto sempre me amoleço,
Ah, eu me odeio do avesso...
E mais um dia nasce e peço a Deus,
Serenidade nos passos meus:
O que faz mal também ensina,
E não sou mais uma menina...
Juliana Barbosa Ribeiro ( 28/03/2011)
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