Hoje, se eu pudesse, sairia correndo
Sem ter destino nem razão.
Fugiria, me escondendo
Do que tenho no coração.
Fraca e forte, vida e morte
Os opostos vivem em mim.
Entrege à minha sorte,
Sigo uma estrada sem fim.
Nem sei se sinto o que escrevo,
ou se engano quem o lê.
Escrava da coragem e do medo,
Sem ter mais o que fazer.
Juliana Barbosa Ribeiro
Oi, Ju, SAUDAADES...não sei bem de quê...rs..acho que eh de quando a gnt podia se encontrar uma vez na vida e conversar feito "gente grande"...rsss...agora eu achei..e acho tão estranho..ms talvz um dia isso aconteça de novo,né?....mas eu queria comentar como vc tá escrevendo bem, como seus poemas são fabricados dentro de uma "caixa-preta" mesmo, sabe? mto legal....
ResponderExcluirbj pra vc.