Ando convivendo com o inconvivível,
Tentando enganar a mim mesma.
Mas começo a transbordar meu sufoco,
E explodem as palavras que escondo.
Inacreditável dor que me segue,
Venho carregando grande peso.
Não posso mais ser seu nada,
Não quero mais ser seu depois.
A trsiteza não me cabe no corpo,
E sai por meus olhos marejados.
Olho você dormir,
E percebo o quão distante está de mim.
Acho que tentei fazer o certo,
Mas vejo em você que estou errada:
Meu corpo, meu rosto, meus gestos,
Não são para você mais nada.
Não me culpe por não poder ser meu,
É o mais que te peço...
Não se ajuda que não quer ser ajudado,
E não digo que você é o culpado.
Só não mais me martirize!
Não preciso da dor para aprender...
Sou grande aprendiz da vida,
com saudade do que tenho para viver...
Juliana Barbosa Ribeiro - 21 de janeiro de 2011.
Eu ainda n cheguei neste estágio de n precisar da dor para aprender......muito mas muito mesmo pelo contrário...rs
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