Bem, chegamos ao último dia do ano, sãos e salvos...
Claro que somamos mais algumas cicatrizes, mais algumas feridas, entre outras mazelas de nossos corpos e almas, mas, não podemos deixar de lado que também somamos alegrias, conquistas e boas lembranças. Longe de mim a hipocrisia! Não pense que sou conformista!
Só não sei qual das duas somatórias carrega peso maior...
Enfim, se por um lado podemos nos perguntar o que mudou, se apenas ficamos um ano mais velhos, e nos lamentarmos por tudo aquilo que não conseguimos realizar, também podemos alimentar nossos ideais de que, quem sabe no Ano Novo, tudo será diferente...
Não que acreditemos mesmo nisso...
Não sou uma pessimista, longe de mim ser, mas não vejo mais a vida e suas trapaças com tanto romantismo. O que quero dizer é que, não é porque começamos um Ano Novo que temos uma vida nova, todos os dias ao acordamos temos uma vida nova, e há coisas que podemos e não podemos. Apenas, não esperemos demais...
Quem espera, morre de esperança...
Ah, e essa é uma doença incurável. Se deixo para amanhã, pode sempre ser tarde demais. Jargão comum, mas muito real. O Ano Novo é o que plantamos e colhemos dentro e fora de cada um de nós. O que construímos para os outros e para nós mesmos. É o sorriso e a lágrima, a luz e a escuridão. Na verdade, é tudo de todos os dias.
Mas, já que manda a boa educação: Feliz Ano Novo...
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
I don't care...
I don't care:
What they think about me,
What they say about me.
'Cause I really know:
Who I am,
Where I go.
Someday:
I'll touch the sky,
I''l be able to fly.
But, I don't care:
I'm good to myself,
The way I am.
And in the end:
Everybody will see,
What I can see.
So, Baby, don't care:
About what they say,
They don't know me at all,
They will never do.
(Juliana Barbosa Ribeiro - 28/12/10)
What they think about me,
What they say about me.
'Cause I really know:
Who I am,
Where I go.
Someday:
I'll touch the sky,
I''l be able to fly.
But, I don't care:
I'm good to myself,
The way I am.
And in the end:
Everybody will see,
What I can see.
So, Baby, don't care:
About what they say,
They don't know me at all,
They will never do.
(Juliana Barbosa Ribeiro - 28/12/10)
domingo, 26 de dezembro de 2010
A solidão...
Se o ser amado vive dentro de seu amador
Se, sendo assim, sua presença não se faz necessária
Concluo que a solidão é o remédio para o mal de amor!
Para que ter dor de amor, de paixão, de saudade?
Tudo tem cura!
É só crer que o que se deseja está dentro do coração...
Não há mais decepções,
Já que o que se cria no interior é ideal.
Não há mais desilusões,
Pois todas podem tornar-se sonho e realidade dentro de cada um.
Quem disse que a solidão é triste?
É cura para todo mal que há!
"Antes só do que mal acompanhado",
Mas melhor só e muito bem acompanhado
Do que acompanhado e se sentido só....
(Juliana Barbosa Ribeiro - 26/12/2010)
Insônia
Quando acordo na madrugada
Tenho medo do que vou ver
Na minha mente em cavalgada
Passa tudo a correr...
É de mim mesma que tenho medo:
Não gosto de viver do passado,
Não entendo quem sou no presente,
Não tenho tanta fé no futuro...
E então, escrevo
Não porque creio que alguém vá ler,
Sequer compreender
Mas, porque é uma fuga desenfreada
Do que penso e não cabe em mim...
E então,
Quando me pego acordada
Começo a escrever assim...
(Juliana Barbosa Ribeiro - 23/12/10)
Tenho medo do que vou ver
Na minha mente em cavalgada
Passa tudo a correr...
É de mim mesma que tenho medo:
Não gosto de viver do passado,
Não entendo quem sou no presente,
Não tenho tanta fé no futuro...
E então, escrevo
Não porque creio que alguém vá ler,
Sequer compreender
Mas, porque é uma fuga desenfreada
Do que penso e não cabe em mim...
E então,
Quando me pego acordada
Começo a escrever assim...
(Juliana Barbosa Ribeiro - 23/12/10)
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