Nua,
completamente nua!
É assim que eu gostaria de ser...
Não nua dos trajes,
dos cobertores e das cores.
Nua dos paradigmas e enigmas,
dos medos e segredos,
das camisas de força da mente...
Ninguém é como gostaria de ser,
nem diz como gostaria de dizer.
Essas roupas me apertam,
me cercam,
quase me impedem de viver!
Mas aprendo, convivo, consigo.
Ou não:
finjo, disfarço, coíbo...
Sigo,
não nua como gostaria de estar,
mas nua,
e na ânsia de continuar!
(02/09/2010)
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