Às vezes acho que sou de Marte,
ou que com o Diabo faço parte.
Talvez quem sabe eu seja de Vênus,
ou que não me conforme com o que temos.
Estou farta de maldades, de inverdades,
de traições e de invenções,
de falsidades, de insanidades.
Cadê o amor e sua beleza?
Cadê o sonho e a natureza?
Cadê o poema que emociona?
Ficou o ódio e a tristeza,
A realidade e a realeza
E é o choro que canciona...
(Juliana Dreamer - 16/09/2011)