Ando convivendo com o inconvivível,
Tentando enganar a mim mesma.
Mas começo a transbordar meu sufoco,
E explodem as palavras que escondo.
Inacreditável dor que me segue,
Venho carregando grande peso.
Não posso mais ser seu nada,
Não quero mais ser seu depois.
A trsiteza não me cabe no corpo,
E sai por meus olhos marejados.
Olho você dormir,
E percebo o quão distante está de mim.
Acho que tentei fazer o certo,
Mas vejo em você que estou errada:
Meu corpo, meu rosto, meus gestos,
Não são para você mais nada.
Não me culpe por não poder ser meu,
É o mais que te peço...
Não se ajuda que não quer ser ajudado,
E não digo que você é o culpado.
Só não mais me martirize!
Não preciso da dor para aprender...
Sou grande aprendiz da vida,
com saudade do que tenho para viver...
Juliana Barbosa Ribeiro - 21 de janeiro de 2011.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sonhos...
domingo, 2 de janeiro de 2011
Ano Novo, Vida Nova!
A partir de hoje, fiquei louca:
Rasguei toda minha roupa,
Joguei fora o meu disfarce e
Vou mostrar a minha face.
De hoje em diante sou assim:
Vivo embriagada de mim,
Não finjo mais ser quem não sou,
E o que eu era? Acabou!
Vou devolver o que me deram,
Fazer aos outros o que me fizeram,
Exercer minha própria justiça,
Deixar para trás minha cara postiça.
Vou mostrar que não se faz aos outros,
O que não se quer para si.
Vou mostrar que o que se constrói aos poucos,
Em um segundo deixa de existir.
Eu era depósito, não sou mais.
Eu era boa, não sou mais.
Eu era boba, não sou mais.
Eu era sua, não sou mais.
A partir de hoje sou minha,
Me amo sozinha...
E se quiser me acompanhar,
Que se coloque no meu lugar...
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